Um passeio em preto e branco por ruas, esquinas e praças

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“Cristiano Mascaro é um expoente quando se trata de fotografia arquitetônica – e um dos grandes nomes da nossa fotografia, qualquer que seja ela”. Foto: mercado municipal, São Paulo.

Texto: Alcides Mafra

Autor de uma série de livros sobre as paisagens do Rio Grande do Sul, desta vez Eurico Salis resolveu mudar. Não necessariamente o tema, mas o modo de captura das imagens. O fotógrafo, autor de Caminhos Gaúchos – Olhar dos Viajantes (2006), Porto Alegre – Cenas Urbanas, Paisagens Rurais (2008) e Cidades Gaúchas – Paisagens Urbanas (2010) lançou no fim de 2010 seu primeiro livro só de fotografias em preto e branco, Centro Histórico de Porto Alegre. A mudança não representou, como supôs este jornalista, um retorno ao PB que marcou seu início de carreira. Salis jamais o abandonou. Assim como não abandona o registro das cidades, um exercício que remete à adolescência em Bagé, cidade na fronteira com o Uruguai onde o fotógrafo nasceu e iniciou sua trajetória.

 “Caminhava pelas ruas da cidade e encontrava os claustros sofisticados, escadarias, torres e vitrais vistosos, os prosaicos paralelepípedos das ruas tradicionais. A todo momento me deparava com janelas e portas envelhecidas, paredes com texturas carcomidas pela ação do inverno frio da fronteira gaúcha”, descreve Eurico, que já vinha amadurecendo a ideia de compor um livro em preto e branco: “Foi a realização de um sonho guardado há muito tempo. Não é fácil imprimir em PB. Devo dizer que é mais complexo que imprimir em cor. Para chegar às tonalidades de preto e cinzas desejadas é preciso muito trabalho de pré-impressão, misturando os pretos e pantones. Como acompanho todas as etapas da produção gráfica, e não permito nenhuma alteração na imagem que não seja a calibragem de tons, dou um trabalho enorme para as gráficas e seus operadores”, reconhece. Aos 52 anos de idade, Eurico vive em Porto Alegre (RS).

 O fascínio pela paisagem de concreto das cidades persegue, a exemplo de Eurico Salis, muitos artistas da fotografia. Natural que assim seja, visto que do quintal para a rua, desta para o bairro vizinho, deste para a cidade próxima, a descoberta da cidade coincide com o “nascimento” do olhar, da capacidade de apreensão daquilo que nos cerca e que será, mais tarde, acrescido de valor afetivo. Outro aspecto que move esse interesse é a própria natureza mutante da cidade: o bairro tradicional que some para dar lugar ao shopping, o córrego que desaparece entre tubulações sob a avenida, as áreas desocupadas que agora abrigam um novo bairro residencial, a metrópole que surge da poeira. Será a obra desses fotógrafos, como as imagens que Thomaz Farkas fez da construção de Brasília, para ficarmos apenas em um exemplo, o testemunho do que a cidade já foi um dia. Ressalte-se ainda a presença do elemento humano, com seus dramas ou trivialidades, e o registro de sua inventividade em ambiente urbano, representada pela arquitetura e monumentos. Com tanto apelo imagético, a questão não é por que fotografar, e sim como fazê-lo. Nesse momento, o preto e branco entra em cena.

Cristiano Mascaro é um expoente quando se trata de fotografia arquitetônica – e um dos grandes nomes da nossa fotografia, qualquer que seja ela. Aos 67 anos de idade, nasceu no interior de São Paulo, mas foi morar na capital com cinco anos de idade. Descobriu a cidade a pé, no caminho para a escola, depois caminhando para ir ao cinema, ritmo que manteve mais tarde, após a faculdade de arquitetura, quando ingressou como fotojornalista na revista Veja. Tornou-se um fotógrafo de rua, como se classifica, mas quase teve outro destino: uma ocasião, Cristiano tentou um estágio em uma agência para fotografar em estúdio, mas o deixaram esperando mais do que estava disposto e ele foi embora. “Felizmente, ele [o sujeito da agência] demorou e eu continuei andando”, resume a tremenda sorte que a fotografia urbana deu.

Fonte: http://goo.gl/5RxHy

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