Weegee (1899-1969)

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Ano novo, Nova York, 1943

“Em todo o mundo me interrogam sobre qual é o segredo de minha fórmula. Isto faz-me rir; não tenho qualquer fórmula, sou apenas eu próprio.”

“Weegee, o Famoso”, auto-designado “o maior fotógrafo do mundo” talvez provocasse o riso se tivesse aparecido nas páginas dos policiais baratos dos anos trinta ou quarenta. No entanto, foi um personagem real: duro, cínico, arrogante, mesquinho – mas acima de tudo, humano. As suas fotografias apresentam um olhar das facetas menos atraentes da vida nova-iorquina. Imagens de violência e tragédia, de dureza, de sofrimento e marginalidade. Quase sempre fotografias que exigiram atrevimento, tenacidade e diplomacia, mas Weegee era corajoso, dedicado ao seu trabalho, e não prosseguia com audácia, quando outros desistiam. Eram fotografias cheias de vida e emoção; em que a humanidade de Weegee era o necessário contraponto ao seu voyeurism.

Weegee, pseudônimo de Arthur Feling, chegou a Nova Iorque com a idade de 10 anos. Numa entrevista de 1965 lembrava assim seus primeiros anos nos EUA: “Fui à escola durante muito pouco tempo… Nessa altura podia-se parar com os estudos aos 14 anos, que foi o que fiz, e comecei a trabalhar. Certo dia vi um anúncio num catálogo de vendas por correio e respondi: era uma câmera do tipo caixote, e decidi dedicar-me à fotografia”.

Após passar por vários estúdios e colaborar temporariamente no laboratório dos Acme Newspapers, por volta de 1920, começou a trabalhar por conta própria como jornalista. Cedo adquiriu a reputação de ser o primeiro a chegar, a fotografar e a contar o acontecido, impressionando os editores pela força de suas imagens. Em meados da década de trinta a revista Life dedicou-lhe um artigo, ainda que a consagração só chegasse em 1945, com a publicação de The Naked City, livro onde se selecionavam suas melhores fotografias, e se realizou uma exposição da sua obra no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.

O Weegee que será lembrado é o anterior a 1945, dormindo vestido, com o rádio da polícia à cabeceira, pronto a erguer-se a uma notícia de uma matança entre bandidos ou um incêndio na vizinhança; o Weegee com a barba com fazer, blasfemo e fumador de charutos, cujo escritório e armazém eram na mala do seu carro, incluindo uma máquina para escrever de imediato a história, película de reserva e lâmpadas para luz de flash simples. A história da fotografia tem um lugar de relevo para o Weegee, amigo de polícias e de gangsters, que tinha compaixão pelos perdedores, excêntricos, vagabundos do Bowery de Nova Iorque, náufragos da sociedade e gente comum em situações invulgares. O seu bem mais importante era o rádio da polícia que tinha o privilégio de ter montado no carro. A sua habilidade para chegar ao local do acontecimento antes dos serviços de emergência explica o nome que adotou, Weegee deriva de ouija board, designação inglesa da origem da previsão.

Weegee interessava-se pelo tema, não pelo estilo, embora as suas imagens sejam tão diretas, tão francas que são inconfundíveis; e seu tema favorito eram as pessoas, captadas sem se aperceberem disso.

Weegee não tinha segredos. Em The Naked City descreveu quais eram o seu equipamento e técnica. “A única câmera que uso”, escreveu, “é uma Speed Graphic de 10cm X 12,5cm, com uma objetiva Kodak Ektar num obturador Supermatic, tudo fabricado nos Estados Unidos. A película é a Super Pancro Press tipo B”. E continua a explicar em pormenor os diafragmas que emprega para as diversas distâncias, e que usa sempre as lâmpadas de flash simples, quer de dia quer de noite. Weegee nunca gastaria uma quantidade enorme de película quando bastaria uma exposição oportuna; o seu sistema de trabalhar com foco fixo implicava estar sempre preparado para fazer a fotografia a tempo. “Em todo o mundo”, afirmou na entrevista de 1965, “me interrogam sobre qual é o segredo da minha fórmula. Isso faz-me rir; não tenho qualquer fórmula, sou apenas eu próprio, aceitem-me ou deixem-me. Não estou a representar. Não quero dar boa ou má impressão. Sou apenas Weegee.”

Sobre o autor

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